quinta-feira, 29 de julho de 2010

Quinzenário de Bordo 10-28/jul

Pois é, amor. Mais uma vez juntos, mais uma vez distantes. Pela 13ª vez. Sei que planejávamos fazer um diário de viagem, mas nossa agenda de alguma maneira não permitiu. Peço, então, licença para relembrar rapidamente do quão maravilhosos foram esses 18 dias. Por entre refeições, pudemos aproveitar de todas elas: cafés (fossem eles um daquele maravilhoso que você fez pela manhã, ou um Nescau de caixinha mixirucA ou mesmo à noite, com chantilly), almoços (na Bom Bocado ou na panificadora Cristo Rei, no shopping com meus deliciosos sanduíches sempre com aquela coca-cola pra acompanhar), jantares/comidinhas noturnas (variando entre pizzas no Minhocão, sanduíche no Café Viena, o X-Tudo da Julinha, o cachorro quente da BR Mania, aquele roubo perto do 25º BC, Kibe no Boteco ou aquele Filé com Fritas do Arpoador) e lanches (na Casa doS SalgadoS ou no nosso piquenique). Pra passar por tantos lugares, precisamos nos locomover e eis aqui o principal ponto a ser melhorado nos nossos próximos encontros. Foram caronas com Julinha, Thiago, Iago, Ana Patrícia e, veja só, Rian! Fora esses, tivemos também nossos prazerosos passeios de bicicleta (triim-triiim ♪), nossas luxuosas idas e vindas de Mercedes - Circular I, Redenção, Vale do Gavião (certo e errado), Todos os Santos etc. - e, também, das poucas vezes que pegamos táxi e/ou moto-táxi. Tudo isso, nada se compara aos nossos quilômetros percorridos a pé, atravessando pontes, percorrendo o centro, a Frei Serafim, a Marechal, perambulando pelo shopping. De saídas, tivemos o Riyad, o Spazio, a Praia de Verão, o cinema, o boliche, o passeio pelo centro, o chá de panela e, entre tantos outros, os nossos momentos de intimidade (sob os lençóis no seu quarto, no Ritz e até com aquela árvore que, desde então, virou nossa). O nosso 22 foi bem bacana (com direito a presentinho criativo, que tu não deveria saber de onde eu tirei a idéia, ruuum). Ainda longe do que é idealizado por nós, mas, ainda assim, especial. Enfim, amor, certamente faltam vários momentos, mas acho que consegui retratar o quanto, mesmo sem carro, sem muito dinheiro, pudemos aproveitar juntos esses momentos, que não estariam aqui nem teriam tanto significado assim não tivessem sido promovidos por nós dois. Love you, pra K-C-Tão.

domingo, 4 de julho de 2010

~ PDCA


Teve uma coisa muito bacana, e de certa forma, até bastante simples, que eu pude aprender enveredando por esses ramos de empreendedorismo. É o ciclo PDCA, o qual deve-se seguir para garantir que metas e objetivos traçados sejam atingidos. PDCA vem de Plan, Do, Check e Act, ou seja, Planejar, Fazer, Conferir e Agir. As duas primeiras fases são auto-explicativas: define-se o que e como se quer fazer, então, faz-se. A fase de Check serve para conferir se/quais os objetivos foram atingidos de forma bem sucedida, para então, tomarem-se medidas preventivas (evitar problemas) e/ou corretivas (solucionar problemas). A idéia de ciclo vem da teoria de Maslow, que afirma os seres humanos buscam sempre um estágio a mais de satisfação e, portanto, há sempre novas metas a se alcançarem. Todo esse texto didático, que nem deveria estar aqui, é só pra exprimir o quanto eu gosto de girar sequencialmente por esse ciclo com você, de planejar e fazer algo que nós gostamos e queremos, e depois verificar o saldo dessas ações para que outras sejam tomadas para que alcancemos sempre mais e mais. Vamos nos PDCAmar?